Mulher

Cuidados com a higiene íntima feminina

Escrito por LoveCenter
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disseminação do uso de desodorantes íntimos tem levado muitas mulheres ao ginecologista com processos alérgicos graves. “A recomendação é não usar”, afirma a médica responsável pelo setor de Ginecologia Endócrina InfantoPuberal e Climatério do Hospital Municipal Maternidade Escola de Vila Nova Cachoeirinha.

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A disseminação do uso de desodorantes íntimos tem levado muitas mulheres ao ginecologista com processos alérgicos graves. “A recomendação é não usar”, afirma a médica responsável pelo setor de Ginecologia Endócrina InfantoPuberal e Climatério do Hospital Municipal Maternidade Escola de Vila Nova Cachoeirinha, em São Paulo, Maria Elisa Noriler. A especialista reconhece, entretanto, que muitas mulheres fazem uso do produto para se sentirem mais seguras em uma relação sexual. “Se for esse o caso, o produto deve ser usado na parte externa (virilha) e nunca na mucosa (vulva)”, alerta.

Culturalmente, o cheiro da vagina não é associado a odores agradáveis e isso pode ajudar a entender a busca por soluções artificiais para camuflar o que é natural, o que explicaria também o aumento da procura por lubrificantes internos com odor e sabor e que também podem desencadear alergias. Maria Elisa Noriler lembra, entretanto, que o cheiro natural da mulher tem um papel importante na excitação do parceiro [em caso de relacionamento heterossexual]. “Cada pessoa tem seu cheiro que é responsável por ativar áreas do cérebro relacionadas à excitação e ao orgasmo. Na ânsia de testar as novidades, a extrapolação do uso desses produtos é tão grande que as mulheres sequer se perguntam se o companheiro prefere sentir o cheiro de um perfume no pescoço ou lá embaixo. É preciso cuidado ao mascarar o próprio cheiro que está diretamente relacionado com a sexualidade”, pondera.

A adesão ao desodorante íntimo ou ao lubrificante com odor é apenas um dos exemplos de como a higiene íntima ainda é motivo de dúvida para muitas mulheres: a começar pelo entendimento equivocado da palavra vagina, tantas vezes usada para se referir aos órgãos sexuais femininos como um todo, mas que, na verdade, é apenas um dos órgãos internos do aparelho genital da mulher que inclui também os ovários, as trompas de Falópio e o útero. Os órgãos externos do sistema genital da mulher são o monte de Vênus e a vulva (que engloba, além do clitóris, os grandes e pequenos lábios).

A dificuldade da mulher brasileira em se tocar também pode levar a uma higiene íntima inadequada e, consequentemente, a doenças infecciosas. “A anatomia feminina é mais propícia a contaminações. Por isso, desde pequenas, as mulheres devem ser orientadas a limpar de frente para trás, o que impede que bactérias do ânus passem para a vagina”, explica Maria Elisa Noriler.

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