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[CONTOS ERÓTICOS | +18] METE COM FORÇA!

Escrito por LoveCenter
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[CONTOS ERÓTICOS | +18] METE COM FORÇA!

O cabelo dele é maior do que o meu. O que não é muito difícil já que
meu cabelo é curto. Suas costas largas se destacavam, sua altura, seus
olhos escuros. Sua tatuagem solitária no braço, suas roupas
esquisitamente bonitas. Uma casual meio esfarrapado, que tem tudo a
ver com todo o resto.

Eu nem sempre o quis. Eu nem sempre soube, até que descobri. O
flerte começou de uma forma inusitada, mas muito premeditada. Um
tanto de confusão, antes de entrarmos na sintonia que a sedução
exige. A tensão sexual, quando é palpável, chega a deixar as pernas
bambas, a boca seca, o estômago doído, é algo que não me apetece
muito. Prefiro me livrar da tensão, prefiro ofegar, suar, prefiro sentir a
sua dor, do que ansiar pela sua chegada.
Até que um dia marcamos depois do trabalho de nos encontrarmos,
conversar, jogar palavras no ar para então, perceber o que já era
notado. Nunca nada pareceu tão certo.

O dia começou despretensioso, acordei atrasada, resultado da minha
terrível dificuldade para cair no sono. Eu estava pensando no dia que
estava à caminho e o sono simplesmente não veio. Mas, mesmo assim,
não esqueci de escolher uma bolsa maior e quase que religiosamente
colocar tudo o que precisaria dentro dela, de uma forma bem
organizada. Outra muda de roupa, um segundo par de sapato além do
que já estava em meus pés. Calcinha e sutiã.

Eu não estava pretendendo nada, mas meu corpo já te queria
– e não estava disposto a perder um minuto sequer. A manhã passou
como um bebê que atrapalhadamente aprende seus primeiros passos,
engatinha antes de andar. Assim foi a primeira parte daquele dia,
reunião, conversas difíceis, problemas no sistema. O almoço chegou,
com ele um pouco mais da ansiedade, a fome, no entanto, resolveu
marcar presença.

Fui a um restaurante japonês, me deleitei, comi, satisfiz. Voltei ao
escritório, aquela tarde precisava passar! Eu preciso que passe. Mais
problemas, mais confusão, notícias. Passou. Ao sair, fui ao vestiário
feminino da empresa que tem um chuveiro, e comecei o ritual de me
preparar auspiciosamente, para o momento pelo qual esperei tanto.
Minuciosamente, me embonequei.

E fui, sem olhar pra trás, animada. Cheguei ao local marcado, ele já
estava lá , sentado de uma forma
relaxada, charmosa, sedutora na cadeira, com seu copo de whisky a
sua frente, me olhando. Como quem tira todas as peças de roupa do
meu corpo, com os dentes.

Eu sentei de frente para ele, em direção ao meio de suas pernas. Eu
estava nervosa, mas não aparentava. Tratei logo de pedir algo um
pouco forte para beber, só para que os músculos começassem a ceder
e então, eu pudesse aproveitar. A conversa fluiu como sempre fluía.

Fomos bebendo e trocando todas as ideias possíveis. Ele chegou para o
meu lado, dizendo que não estava escutando o que eu dizia pelo
barulho que nos acercava. Roçávamos a pele um no outro, minha
respiração começava a ficar entrecortada e eu torcendo para que
ninguém notasse. Seria no mínimo constrangedor.

O papo era política, falávamos tudo o que sabíamos, queríamos,
podíamos. Ele me questionou sobre algum ponto e eu o respondi de
uma forma bem calorosa. Eu discuto os assuntos que domino de forma
bastante apaixonada e não foi diferente. Eu estava apaixonada mais do
que pelo assunto, por aquele momento.

Depois da minha resposta, ele me pegou pela nuca com uma mão
enquanto que com a outra, acariciava a minha bochecha, roçou os
lábios sobre ela também, e sobre os meus lábios. E me beijou. Eu sentia
seu hálito quente, querente, voraz. Paramos de nos beijar
abruptamente , ele me encarava, ficamos assim por
quase um minuto, eu acredito e voltamos a nos beijar. Um tempo
depois eu disse: “Quero ir embora.” Ele me entendeu, e fomos.

Fomos embora para a casa dele, chegando lá tirei o sapato e pedi água.
Bebemos. Ele veio recolher o copo da minha mão, o colocou na mesa
na qual eu estava encostada, repousando a mão na minha cintura e me
beijando mais. Dessa vez mais forte, mais desesperado. Eu me inclinei
bastante sobre a mesa, e fiquei parcialmente sentada. Era tão gostoso.
Eu estava de vestido, e ele passava a mão de forma firme na minha
buceta, eu já estava totalmente molhada e ele sentiu.

Enquanto me beijava e me deixava maluca com as suas mãos, eu desci
da mesa troquei de posição com ele, fazendo com que ele agora ficasse
recostado na mesa, coloquei a mão sobre seu pau, já estava totalmente
duro. Eu fui abrindo sua calça, e me ajoelhando, peguei com toda a
minha vontade, comecei a chupar, a deixar bem molhado com a minha saliva,
passava a língua, babava, em movimentos frenéticos, até as bolas. Ele
gemia demais, se contorcia, murmurava meu nome e alguns outros
palavrões.

Estávamos totalmente excitados. Meu vestido foi tirado com raiva,
quase que rasgado, eu quase me perdia na própria respiração. Ele me
beijava como se fôssemos morrer a qualquer momento e começou a
beijar todo o resto, os seios, parou nos mamilos, mordiscava, lambia,
chupava, me olhava…

Entre os seios cabiam beijos também e foi descendo até a barriga.
Agora, eu estava no chão, com ele por cima de mim, um corpo pesado,
bruto, suado. Ele desceu os beijos até a virilha e avançou para onde já
estava encharcada apenas a sua espera. Me chupava com vontade, me
enlouquecia com a língua . Colocava-a fundo em mim, ou a passava com
propriedade por tudo que era meu e como quem me beijava, me fodia
com a língua. Eu gemia alto, eu me tremia, mas eu queria mais. Passei a
pedir como quem implora: “Mete com força, vem!”.

Ele mais do que prontamente, me colocou de quatro, eu me empinei
toda para recebê-lo. Ele segurando meu quadril, começou a me foder
com força e devagar, com força e devagar. Sempre segurando minha
cintura, se forçando para dentro de mim. Me fazendo gemer mais – e
gemendo também. Me virou de frente, e me olhando sem desviar os
olhos, continuou a me comer, dessa vez ele ia devagar mas muito
fundo, penetrando intensamente, eu falava pra ele tudo o que eu
queria e o que me excitava.

Juntos gozamos. Sincronia total, óbvia desde o dia que nos vimos.
Conversamos por mais um tempo sobre várias coisas, e adormecemos.
Ele entre as minhas pernas com a cabeça nos meus seios. Sim, no chão,
acordamos todos quebrados. Fodemos mais uma vez, tomamos banho
juntos, tomamos café e seguimos para onde tudo começou. O
trabalho. Foi um ótimo dia aquele que antecedeu o nosso encontro e o
começo do novo dia estava ainda melhor.

Fonte: Superela

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