Contos Eróticos

[+18] CONTO ERÓTICO: Secretária puritana

Escrito por LoveCenter
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Valéria trabalha comigo há uns oito meses, é casada e sempre achei que vivesse muito bem com o marido. Sempre foi muito recatada e avessa a qualquer tipo de investida que eu tentasse, até algum tempo atrás…

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Meu nome é Carlos, tenho 45 anos, tenho 1,80 mts de altura, 95 kgs, olhos verdes, barba, cabelos e bigode castanhos, sou casado e tenho uma pequena imobiliária. minha secretária chama-se Valéria, tem 30 anos, 1,53 mts,calelos curtos, olhos castanhos, 55 kgs muito bem distribuidos num corpinho pequeno, uns peitos deliciosos, bem durinhos e sempre em pézinhos, e uma bundinha bem empinadinha.

Valéria trabalha comigo há uns oito meses, é casada e sempre achei que vivesse muito bem com o marido. Sempre foi muito recatada e avessa a qualquer tipo de investida que eu tentasse, até algum tempo atrás…

Percebi, de uns tempos para cá, que seu comportamento estava mudando aos poucos. Ela estava se tornando mais atrevida, mais alegre, mais receptiva às minhas piadas cheias de segundas intenções, pois sempre fui tarado por ela. Já comi minha mulher muitas vezes pensando nela.

Pois bem, um belo dia ela veio trabalhar com um vestido preto, tipo tubinho, bem colado ao seu corpo, sem soutien e com uma calcinha minúscula, que marcava de maneira belíssima sua bundinha maravilhosa. Quando ela chegou, logo pela manhã, com esta roupa, fiquei maluco, meu pau ficou duro na hora, formando um volume respeitável por baixo de minhas calças, já que tenho, modéstia à parte, uma bela ferramenta (19x8cm). Passei o dia inteiro assim e fazia questão que ela percebesse, indo à mesa dela durante todo o dia sem a preocupação de esconder o volume no meio das pernas. Ela, evidentemente, percebeu e, para meu espanto, mostrou-se bem receptiva, pois lançava olhares gulosos e maliciosos para minha linha de cintura e, sempre que podia, roçava seu cotovelo ou seu braço na minha bengala, que nesta altura já doia por tanto tempo de ereção.

No final do expediente, como quem não quer nada, figindo ser uma brincadeira, disse a ela que teríamos que fazer serão, pois o serviço estava muito atrasado e no final de semana seguinte haveria um lançamento de um condomínio do qual participaríamos da venda.

Para minha surpresa, ela disse que não haveria problema algum, pois o marido estava viajando e ela não tinha hora para chegar em casa. Aquilo soou como música para meus ouvidos. Informei a ela que só ficaríamos nos dois, pois os outros funcionários não poderiam ficar e ela aceitou sem pestanejar. Pensei: “está aberto o caminho, é hoje”. Depois que todos sairam, fomos para a a minha sala e começamos a trabalhar e perguntei a ela se o seu marido não ficaria chateado de ela ficar até mais tarde, pois durante todos esses meses ela nunca fez serão um dia sequer e justamente quando ele viaja e resolve trabalhar até mais tarde. Ela apenas me respondeu:” Fique tranquilo, pois ele, quando viaja, nem se preocupa em me ligar a noite, deve ficar se divertindo muito”. Essas palavras me surpreenderam, ainda mais quando ela começou a dizer que o casamento dela não ia bem, que já praticamente não tinham relações, que ela estava se sentindo muito só e desamparada. Neste momento, a pretexto de consolá-la segurei-a por trás pela cintura e lhe disse: Se vc precisar de um amigo, conte comigo”, ela respondeu:”Estou precisando mais que isso”.

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Neste momento, apertei seu corpo contra o meu, fazendo um meu pau duríssimo encostar contra sua bunda. Ela deu um gemido e me tascou um beijo delicioso. Minhas mãos começaram a percorrer seu corpo, passando pelos seus peitinhos que os biquinhos duros estavam querendo furar o vestido, joguei-a no chão e arranquei sua roupa e comecei a mamar os seus seios, arrancando dela gritinhos de prazer. Minha língua desceu pelo seu corpo até chegar na sua grutinha, que nesta altura estava encharcada, arranquei sua calcinha minúscula e meti a língua no seu grelinho durinho, fazendo ela gozar imediatamente, sem brincadeira, nunca vi uma mulher gozar com tamanha abundância.

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Minha boca ficou cheia do seu mel. Fiquei chupando aquela buceta depiladinha por mais ou menos quinze minutos, fazendo ela gozar mais umas tres vezes, depois disso fizemos um belo 69 e pude constatar que ela chupava um pau como poucas mulheres sabem fazer, me levando ao delírio. Não aguentando mais, enchi a boquinha dela de porra, foi uma ve  rdadeira enxurrada, ela bebeu tudinho e ainda limpou meu pau com a lingua, deixando-o brilhando, tal qual uma bola de bilhar

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Depois de um breve descanso, tinha chegado hora de eu me deliciar naquela bucetinha que sempre foi objeto de meus desejos, deitei de costas no chão, coloquei-a por cima de mim e fui deixando ela controlar a entrada do meu pau na sua xaninha, pois realmente ela era muito apertadinha, depois de alguns minutinhos, o meu cacete já estava atolado na buceta da Valeria, que rebolava e urrava como uma louca, gritando palavrões e safadezas como jamais eu imaginaria ouvir daquela boquinha de mulher recatada. Ela jogava seu corpo pra cima até meu pau sair de dentro dela e se atirava de novo fazendo com que ele battesse em seu útero.

Depois de algum tempo, coloquei ela de quatro, peguei o tubo de ky que havia comprado durante o dia, besuntei meu pau e o seu cuzinho, enfiando um dedo, depois dois, alargando o seu orifício, preparando-o para receber meu pau sedento por aquele rabo. Fui enfiando devagarinho, esperando ela se acostumar depois de cada avanço, quando chegou na metade dei uma estocada, enterrando meu pau naquele cú guloso, fazendo-a soltar um grito de dor. Deixei que ela se acostumasse ao tamanho do monstrengo e depois pedi para que ela começasse a rebolar. A dor que ela sentia transformou-se em puro prazer, ela pedia:”Me enrraba, me arrenbenta, mete esse caralho gostoso no meu cú, faz eu gozaaaaaaaaaar”.

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E gozamos juntos, como se fossemos uma orquestra, ela gritando e eu urrando. Depois disso, descansamos por dez minutos, nos lavamos, nos vestimos e a levei pra casa. No dia seguinte ela me disse que estava toda arrombada, pois meu é muito maior e mais grosso que o do seu marido, mas que estava feliz, que tinha sido uma noite maravilhosa. E à partir daí, nunca mais ficou triste com as viagens do maridinho….

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