Contos Eróticos

[+18] CONTO ERÓTICO: Perdendo minha virgindade

Escrito por LoveCenter
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Perdendo minha virgindade

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Desde nova eu sempre fui curiosa, e quando eu fui crescendo isso se tornou meio inconveniente (mas bom também). Eu sempre fui chegada ao meu pai (desde quando minha mãe morreu, quando eu tinha uns 8 anos), e quando surgiam dúvidas eu ia correndo perguntar pra ele. As vezes vendo algum filme com ele e surgia uma cena de sexo eu logo perguntava pra ele o que que eles tavam fazendo e tal. A primeira vez que comecei a ficar excitada vendo essas cenas eu também perguntei pra ele pq minha xaninha parecia que tava ‘esquentando’ ou pq minha calcinha ficava úmida com aquilo. Já cheguei a perguntar sobre prostitutas (vendo uma na rua) e camisinhas (achando no meio das coisas do meu pai). E ele sempre foi bem atencioso, teve todas conversas sobre sexo que eu precisava, a gente sempre foi bem aberto quanto a isso.

E talvez isso tenha feito minha mente aberta, até hoje. Desde então eu fiquei mais ‘safada’, mais esperta sobre sexo, garotos e tudo o mais, comecei a assistir alguns videos e filmes pornôs na internet também após esse assunto entrar na minha cabeça. Comecei a sentir e perceber coisas diferentes quando eu ficava com algum garoto. Minha xaninha ficava mais quente, chegava a latejar de vez em quando. Alguns mais ousados passavam a mão nela por cima da calcinha, por dentro da calça e eu chegava a sentir minha calcinha ficando úmida. E eu também comecei a reparar nos paus deles. Sentia eles roçando na minha perna enquanto beijava eles. Depois de um tmepo comecei a segurá-los por cima da calça no meio dos beijos, depois por cima somente da cueca, depois direto neles, até acabar pagando meu primeiro boquete.

Era um menino que eu tava ficando a algum tempo já. Nós ficamos no condomínio e quando a gente tava subindo as escadas pra ir pro meu apartamento (que fica no 3º andar), eram umas 22h da noite, corredores vazios. Na escada mesmo, chegando no meu andar, a gente começou a se beijar e eu já tava com a mão no pau dele enquanto beijava ele. Não era muito grande, mas também não era pequeno. Ele tirou o pau pra fora da calça e eu comecei a fazer movimentos pra cima e pra baixo, como eu já tinha feito algumas vezes e visto em alguns filmes. Então me veio uma ideia na cabeça, ainda lembrando dos filmes. Me ajoelhei na frente dele, ainda punhetando ele, comecei a lamber a cabecinha e senti um gosto meio salgado, meio estranho, mas estranhamente gostei. Sem jeito, comecei a engolir mais daquele pau e olhava pra cima através das lentes dos meus óculos direto nos olhos dele com o pau dele na minha boca. Em pouco tempo, eu tava indo pra frente e pra trás com a cabeça. Não durou mto, o cara gozou rapidinho. E na hora de gozar ele soltou os jatos no meu rosto. A maioria foi perto da boca, na bochecha e um jato direto no meu óculos. Me limpei, tirei toda a sujeira no meu rosto e no meu óculos com o dedo e enfiei o dedo na boca, engolindo tudo. Nos despedimos com um ultimo beijo e entrei em casa, correndo pro meu quarto antes que alguém percebesse alguma coisa.

Depois disso eu não parei mais. Quase todo garoto com quem eu ficava eu chupava, se tivesse oportunidade. Acabei me tornando quase profissional em boquete. Até na escola já cheguei a chupar um menino com quem fiquei. Mas isso eu conto depois rs.
Eu tinha ido na casa de uma amiga minha, ela ia fazer um churrasco no fim de semana pq os pais dela tavam viajando. Então durante o churrasco, comi, bebi um pouquinho e fui pra piscina, apesar da casa ser na beira da praia. Eu tava com um biquini bem pequeno, mas não chegava a ser fio dental. Cobria bem os seios e na parte de baixo entrava um pouco na bunda, ficando bem marcado. Em uma dessas idas na piscina, acabei ficando com um rapaz, que acabou aproveitando pra se esfregar um pouco em mim. Eu já tava ficando excitada e estava sentindo o pau dele por cima da bermuda de água que ele usava roçando na minha perna. Eu acabei afastando as pernas e entrelacei em volta dele e ele meio que acabou me segurando no colo, com minha buceta encostada no seu pau, por cima do biquini. Acabei ficando pegando fogo me esfregando nele. Não aguentei e sai da piscina, puxando ele comigo e levei ele até a sala da casa, onde não tinha ninguém e logo me abaixei pra chupar o pau dele. Modéstia a parte, eu já tava bem boa nisso e ele acabou gozando rapidinho. E bem na hora em que ele tava gozando, soltando toda porra na minha cara, o pai da minha amiga chega, entrando pela porta da frente e me vendo naquela situação. O cara saiu correndo e eu fiquei sozinha com o Jorge, pai da minha amiga, com o rosto sujo.

– Hmm, ah, desculpa interromper aahn… O seu hmmm… Namoro… – ele falou meio constrangido.

Eu fiquei sem saber o que dizer, só pedi licença e fui pro banheiro limpar o rosto. Depois que me limpei, voltei pra onde o pai da minha amiga estava pra me explicar mas ele não estava mais lá, então deixei pra lá e sai pra aproveitar mais um pouco da festa. Depois de pouco tempo, procurei minha amiga e disse que tava indo embora.

– Ju, vou indo. Ainda vou me arrumar pra sair mais tarde, e você sabe como eu demoro né? Haha – falei pra ela, quando a encontrei.

– Ah, ok. – e nisso o pai dela chega pra falar com ela.

– Filha, vou voltar pra São Paulo. Já peguei o que eu precisava, acho que sua mãe deve voltar até amanhã, mas eu ainda não sei quando consigo voltar. Cuida bem da casa, arruma tudo diretinho quando acabar essa festa, hein?

– Pode deixar pai. A Naty tava indo embora, você não dá uma carona pra ela?

– Ah, que isso, não precisa… – falei, meio com vergonha de olhar pra ele.

– Que isso, eu te dou uma carona. – ele respondeu com um olhar diferente pra mim.

Tentei me livrar ainda, mas não consegui. Eles insistiram tanto que acabei cedendo. Só fui me trocar, pois ainda estava com biquini. Coloquei a roupa que eu tinha usado pra ir até lá, um shorts branco bem curto e um top sem mangas colorido, com um ziper na frente, pq mesmo anoitecendo fazia calor naquela época. E em pouco tempo, lá estava eu, do lado do homem que tinha acabado de me pegar no flagra, com o rosto todo sujo de porra. Mesmo já tendo certa intimidade com ele (por eu frequentar bastante a casa deles), eu sentia aquele constrangimento de conversar com ele normalmente. Até que ele começou a puxar papo comigo, perguntando coisas banais sobre o dia a dia e tal, sobre escola e tudo o mais. Eu fui respondendo como se fosse a primeira vez que eu conversava com ele, só respondendo sim, não, bem envergonhada mesmo rs. Daí ele falou:

– Ei, não precisa ficar timida comigo assim. Eu te peguei no flagra, mas não precisa ficar com vergonha. Isso é normal, não vou te julgar por nada disso. – ele disse, me confortando.

Dei uma risadinha meio sem graça mas fui me soltando mais. Acabamos conversando sobre um monte de coisas, até que ele começou a fazer perguntas mais ‘quentes’. Se aquele rapaz era meu namorado, se eu fazia isso sempre, se eu ainda era virgem. Respondi que ainda era virgem sim, mas pensei comigo mesma que eu tava doidinha pra não ser mais. E eu fui respondendo tudo e, estranhamente, ficando excitada com a situação. Nunca tinha conversado sobre sexo tão abertamente com ninguém a não ser meu pai. E aquele homem, apesar de mais velho, era bem atraente. Cabelos grisalhos, mas um corpo bem conversado, sem barriguinha de chopp nem nada. Até meio sarado (minha amiga acabou comentando comigo mais tarde que o pai dela jogava futebol toda semana e frequentava academia). No meio de toda a conversa, fui ficando cada vez mais excitada e quando eu fui ver, eu tava com o pau dele na minha boca, enquanto ele dirigia. Em pouquíssimo tempo a gente começou a parar. Quando eu olhei em volta, não reconheci o local. Com o pouco de luz que tinha do farol do carro e de alguns postes de luz do local, deu pra ver que era bem isolado, parecia um estacionamento fechado na beira da praia. Ele atravessou o estacionamente e tinha deixado o carro do outro lado da entrada, bem longe da rua. E nisso, nós saímos do carro e do lado de fora ele começa a me beijar, enquanto uma mão passava nos meus seios, a outra desabotoava meu shorts. Ele abriu a porta de trás do carro, me deitou no banco traseiro e foi tirando meu shorts e minha calcinha:

– Vou tirar seu cabaço hoje, mas antes vou dar um trato nessa bucetinha. – e enfiou a cabeça no meio das minhas pernas.

Senti o que eu nunca tinha sentido antes e fui ao delírio. Aquela língua quente começou a explorar minha buceta de um jeito que me fez gritar com o tesão que senti. Foi um prazer que eu nunca imaginei que pudesse existir. Comecei a me contorcer e a gemer que nem uma louca e em pouco tempo, gozei como nunca antes. Fiquei ofegante e toda mole, deitada no banco traseiro do carro. Ele levantou minhas duas pernas e colocou em cima dos ombros dele, me deixando toda vulnerável a ele. Ele veio com aquele pau duro como pedra e começou a esfregar a cabeça na entrada da minha xana, como quem pede permissão. Fui gemendo e ele foi enfiando a cabeça lentamente. Senti aquilo me alargando aos poucos até sentir ele encontrar certa resistência em meu hímen. Ele foi forçando lentamente até rompê-lo. Dei um gritinho ao sentir uma certa dor com o rompimento, mas que logo se tornaram gemidos de prazer ao sentir toda a extensão daquele pau entrando e saindo de dentro de mim. Nunca imaginei que aquilo poderia ser tão bom. Fui gemendo cada vez mais alto até chegar ao ápice e gozar novamente. Quase ao mesmo tempo, ele anunciou que ia gozar e logo senti toda aquela porra inundar o interior da minha buceta. Lentamente ele foi parando e tirou o pau de dentro de mim. Quando olhei pra baixo tinha uma mistura de sangue e esperma saindo de dentro da minha xaninha. Fiquei meio preocupada, mas ele logo me tranquilizou dizendo que era normal. E depois de limpar tudo, me vesti e ele me levou pra casa.

 

Natália.

Envie seu conto para imprensa@lovecenter.com.br ele poderá ser postado aqui com discrição.

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