Contos Eróticos

Conto erótico: Minha aluna se entregou para passar na minha disciplina

Escrito por LoveCenter
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Olá a todos! Meu nome é Ronaldo, sou professor universitário e minha aluna Giselle aceitou transar comigo para conseguir notas na minha disciplina.

Ler os contos eróticos deste site sempre me deixa com o pau extremamente duro e me serve de inspiração quando tenho relações sexuais com minha namorada. Mas hoje serei o escritor e não o leitor, e quero contar um história muito interessante que aconteceu comigo há uns 2 anos.

Atualmente eu tenho 42 anos, sou solteiro, e dou aulas em uma faculdade particular aqui na minha cidade. Sou professor de Estatística Aplicada para os cursos de Administração e Ciências Contábeis.

Em uma de minhas turmas estava uma garota de 20 anos chamada Giselle. Por alguma razão que não descobri até hoje, esta aluna sempre reprovava na minha disciplina. Ela a cursou duas vezes e estava tentando pela terceira vez, e não ia nada bem

A Giselle era uma garota normal, moreninha, baixinha, nem muito magra nem gorda, e tinha como atrativos principais uns peitões lindos, redondos e empinados. Seu traseiro era muito gostoso também.

Para falar a verdade ela não tinha um dos rostinhos mais lindos da turma, mas seu sorriso cativante a destacava entre as demais. Como homem, eu não pude deixar de notar suas coxas maravilhosas quando ela se atrevia a ir para as aulas usando umas saias mais curtas.

Aos 40 anos e recém-separado da minha mulher, eu estava um vulcão, doido pra foder e me agarrava a qualquer coisa que usasse uma saia. Porém, na faculdade eu sempre fui muito respeitoso com as alunas, e nunca tinha insinuado nada para nenhuma delas, e sou assim até hoje.

Também não sou o tipo de professor que cai nas conversinhas de alunas, pois sei que são uma fonte inesgotável de problemas. Procuro manter distância, vejo as calcinhas durante as cruzadas de pernas, aprecio suas bundas deliciosas e direciono todo este tesão para alguma namoradinha que arranjo de vez em quando.

Certo dia a Giselle ligou no meu celular em meu trabalho e me disse que, novamente, não estava indo bem na minha disciplina. Confirmei o pressentimento dela e sugeri que ela deveria se concentrar mais nas aulas e revisar os tópicos que apresentavam maior dificuldade.

A Giselle até então havia se comportado muito bem na faculdade, e não se ouvia falar muita coisa a respeito dela, apenas alguns namoricos normais. Ela não era o tipo de garota louca, que vai para a faculdade liberar geral. Ela gostava de usar roupas curtas e alguns decotes, mas não era nada exagerado.

– Professor… o que tenho que fazer pra passar na sua disciplina… nossaaaa… estou disposta a tudo! – ela falou durante a conversa.
– Tudo mesmo? – brinquei com ela

– Sim, professor… tudo mesmo!

Quando ela falou isso o meu sangue ferveu. Na mesma hora meu pau começou a ficar muito duro. Aquela voz dela, toda sensual, me falando aquilo. Ainda bem que eu estava sozinho na sala do meu trabalho, senão alguém teria percebido a minha ereção.

– Ué, Giselle… se você está disposta a tudo… então a gente pode fazer um trato! – falei enfatizando a palavra “tudo”. Nessa hora ela quis voltar atrás.
– Meu deusssss… professor… não foi o que eu quis dizer… sou uma moça correta e de família.

Mil pensamentos libidinosos já passavam pela minha cabeça. Mas quando ela falou isso, foi como um balde de água. Tentei consertar.
– Estou brincando, Giselle… é que você é uma menina muito bonita… e sou solteiro, sozinho… aí a gente pensa besteira mesmo! – falei e sorrimos.

– Então… além disso aí que você pensou… há outra forma de eu conseguir as minhas notas mais facilmente? – ela perguntou com uma voz muito delicada.
– Estudando, Giselle! Tente se dedicar mais à disciplina… eu gostaria muito, mas não posso dar notas assim… pode me dar problema mais tarde.

– Puxa, professor… preciso tanto! – ela insistiu. Nessa hora eu resolvi arriscar um “tudo ou nada”.
– Se você estivesse disposta a tudo mesmo… só preciso que seja minha garota por uma noite!

– Nossaaaaaa… isso é assédio, professor! E eu tenho namorado! – ela respondeu de imediato, mas não percebi raiva em sua voz.
– Eu sei que é assédio, Giselle… e nem sei mais como voltar atrás nas coisas que eu falei! Isso nunca tinha me acontecido antes… acho melhor esquecer isso! Até mais, querida! – falei e já ia desligar o celular.

– Espera, professor… não desliga ainda! – ela falou rápido e fiquei esperando. Houve um silêncio do outro lado da linha.

– Meu deusssss!! Eu nunca fiz isso! – ela falou finalmente. – Eu aceito… mas depois não quero ter compromisso com você e tem que ser muito discreto… até porque eu nunca fiz isso em troca de favores! – ela falou com a voz bem baixa e minha ereção voltou com potência total.

Eu não estava acreditando que eu ia passar a rola naquela moreninha gostosa. Meu pau parecia que ia estourar de tanto tesão.
– Não precisa se preocupar, Giselle… saberei guardar muito bem o nosso segredo! – falei com a voz já cheia de safadezas.

– E quando vai ser, professor? – ela perguntou.
– Que tal no sábado?
– Sábado pra mim é bom… meu namorado vai viajar! – ela disse e me passou o endereço e o horário pra eu pegá-la. Confirmei e encerramos a conversa.

Que maravilha!! Eu já tinha batido várias punhetas pensando na Giselle e agora eu estava a um passo de meter na bucetinha dela. Só de pensar no que ia acontecer eu fiquei louco de tesão e tive que ir ao banheiro da empresa me masturbar pra conseguir me concentrar no trabalho novamente.

O sábado chegou e eu estava muito nervoso, mesmo apesar da minha idade. Eu nunca tinha transado com uma garota nestas circunstâncias. Como eu já tinha usado Viagra, Cialis e outros medicamentos outras vezes, passei na farmácia e comprei um. Voltei pra casa e dormi muito pra ficar bem descansado mesmo.

À noite eu peguei a Giselle no local e horário combinado. Realmente ela estava linda, com uma de suas blusas de decotes generosos e uma saia curtinha, que mostrava boa parte de suas coxas grossas e lisinhas. Um salto alto a deixava ainda mais sexy, e seu perfume estava delicioso.

Ela entrou no meu carro e saímos de lá rapidinho. Depois de elogiá-la e conversarmos algumas trivialidades eu percebi que ela estava nervosa e séria. Liguei o som e procurei não falar muito. Apenas me concentrei na direção enquanto ela ficava olhando para a frente e para o movimento nas ruas, muito pensativa.

Cerca de meia hora depois nós chegamos ao motel que eu tinha escolhido. Peguei um dos mais caros, pois eu queria que pelo menos estivéssemos bastante confortáveis e em um bom ambiente, o que ajuda muito a deixar a garota mais relaxada.

Entrei com o carro na garagem da suíte e acionei o portão eletrônico, fechando definitivamente a garagem. Logo em frente ao carro estavam as escadas que nos levariam à suíte.

– Meu deusssssss… o que eu estou fazendo?!? – a Giselle suspirou e falou, dando um sorrisinho tímido, sem me olhar.
– Vai dar tudo certo, querida… não se preocupe! – falei, segurei-a pela cintura, por trás, e entramos no quarto.

Já dentro do quarto ela não sabia bem o que fazer. Muito nervosa ela ficou em pé perto da cama, enquanto eu ligava o ar condicionado e o som. Eu também não sabia muito bem por onde começar, e olha que eu tinha ensaiado a semana toda. Como falei, essa foi a primeira vez que saí com uma garota nestas condições.

– Vem cá… senta aqui comigo! – falei, me sentando na cama. Ela veio e se sentou ao meu lado, sem me olhar. Confesso que o jeitinho tímido dela estava me deixando com mais tesão ainda. Segurei suas mãos e fui aproximando minha boca da sua.

Dei um beijo doce e apaixonado na boquinha dela. Ela não correspondeu, mas também não desviou. Enquanto nossos lábios permaneciam colados eu abaixei o decote de sua blusa. Logo comecei a beijar e lamber as partes que seu decote deixava ver. Que delícia.

A pele dela era lisinha e cheirosa. Com uma mão baixei mais o decote e seu sutiã apareceu. Baixei ele também até que o mamilo de um de seus seios saltou para fora. Lambi o biquinho do peito dela e logo meti ele todinho na minha boca, para saboreá-lo. Na hora o bico do seio dela ficou durinho e vi que minhas carícias estavam funcionando.

Liberei o biquinho do outro seio e fiz a mesma coisa. Beijei, lambi e suguei até ele ficar todo espetado. Ela não falava nada e continuava olhando fixamente para o nada. Tirei sua blusa e seu sutiã e seus dois seios enormes e lindos estavam finalmente livres.

Fiquei uns bons segundos admirando os peitos dela. Eles eram firmes, bem desenvolvidos e muito apetitosos, e agora estavam com os biquinhos durinhos e convidativos. Nem me importei se ela estava respondendo ou não às minhas carícias, tudo que eu queria era mamar naqueles melões.

Caí de boca e enquanto eu mamava, chupava, mordia e lambia os peitos dela eu pensei na quantidade de alunos da faculdade que gostariam, e pagariam, para estar no meu lugar naquele momento, já que os seios da Giselle eram os mais desejados de toda a turma que eu lecionava.

Mamei com vontade mesmo, e enquanto eu chupava um seio eu apertava e acariciava o outro, e depois trocava, apertando os biquinhos com meus lábios e dentes. Por um segundo perdi toda a noção da Giselle. Parecia até que ela não estava ali no quarto, só os seus apetitosos seios.

No entanto, depois de uns 10 minutos namorando aqueles peitões maravilhosos eu subi a vista para ver como ela estava. Para minha surpresa, a Giselle estava com os olhos fechados, mordendo o lábio inferior e tentava a todo custo segurar os gemidos. Vi que ela estava gostando, e muito.

Gentilmente fui empurrando-a até que ela se deitou na cama. Fui por cima dela e continuei chupando seus deliciosos seios por mais uns minutos. Agora ela já gemia bem baixinho. Ainda com a boca em seus peitos eu tirei suas sandálias de salto alto, uma de cada vez.

Em seguida tirei sua saia, lentamente, descobrindo aos poucos sua calcinha minúscula, a qual tirei em seguida, deixando a completamente nua e com as pernas levemente abertas.
– Professorrrrr… a gente vai mesmo fazer isso… meu deussss! – ela falou com a voz trêmula e com os olhos brilhando.

Não respondi nada, apenas olhei para o seu corpinho. A bucetinha dela era bem pequena e estava toda raspadinha, parecendo um bombomzinho, com parte dos pequenos lábios aparecendo ligeiramente. Que delícia! Eu imaginava que a Giselle fosse gostosinha, mas não daquele jeito.

Fiquei de pé ao lado da cama e tirei toda a minha roupa, ficando também nú. Meu pau já estava muito duro e ela percebeu, olhando fixamente para o meio das minhas pernas.
– Gostou dele? – perguntei olhando para ela, gravando mentalmente todas as suas reações.

– Meu deusssss… professorrrrr… o que a gente tá fazendo?!?… eu nunca fiz isso!… transar pra ganhar nota… que vergonha! – ela falou e sorrimos juntos. Nesse momento eu vi que ela já estava mais solta e desinibida.

Me ajeitei entre suas coxas e, segurando as pernas dela, abri-as um pouco mais e comecei a beijar sua rachinha cheirosa. Primeiro passei minha língua por cima de seus lábios vaginais, lentamente, sentindo o gosto e o cheiro de fêmea novinha. Depois dei um beijo em cima de seu clitóris.

– Uhhhhhhhhhhhhh… – ela deixou escapar e levantou o quadril um pouco, para facilitar o meu trabalho. Chupei e suguei o grelinho dela várias vezes, alternando com a ponta da minha língua na entradinha de sua grutinha já toda meladinha. Senti uma de suas mãos nos meus cabelos.

Como eu já não me importava mais com o que ela estava fazendo ou deixando de fazer, separei os lábios de sua xoxotinha com meus dedos e olhei bem para sua pequena entrada. Que coisa mais linda. Enfiei a língua no buraquinho da buceta dela o mais fundo que consegui.

– Meu deusssssss… que gostosooooooo… faz mais… faz mais assim… ahhhh…! – ela falou e sua mão puxou meus cabelos com força mesmo, me apertando contra sua buceta. A menina já estava ficando excitada, exatamente do jeito que eu queria.

A Giselle se contorcia e se agarrava aos lençóis, tentando desesperadamente conter seus gemidos, para não demonstrar o quanto ela estava gostando de estar alí, com as pernas bem abertas e eu chupando bem gostoso sua bucetinha.

Com todo o tempo do mundo, eu não tinha motivo para apressar as coisas. Segurei seus tornozelos, juntei suas pernas e as levantei. Sua rachinha se elevou sobre a superfície da cama e deixou exposto seu cuzinho todo enrrugadinho, pedindo um pouco de atenção também.

Comecei a lamber o anelzinho do cú dela. Estava muito limpinho, cheiroso e bem depiladinho. Passei várias a língua nele, de cima para baixo e vice-versa.
– Ahhhhhh… que gostosoooo… issoooooo… que delíciaaaa… professor… – ela finalmente perdeu a inibição e começou a gemer bem alto mesmo.

Para aumentar sua excitação, enquanto eu lambia e chupava o cuzinho dela, com os dedos de uma de minhas mãos eu ficava estimulando seu clitóris. Esse foi o limite para ela, e sua respiração foi aumentando a cada chupadinha que eu dava em seu ânus. Seus gemidos e sussurros não deixavam dúvidas que ela estava adorando o que eu estava fazendo.

Parei de estimular seu clitóris e enfiei dois dedos em sua xoxota, sem parar de lamber seu cuzinho. A Giselle estava toda meladinha, e o cheiro do seu melzinho me embriagava de prazer. Meus dedos deslizavam facilmente na buceta dela, entrando e saindo.

Aumentei o rítmo dos meus dedos e dei chupadas mais fortes em seu cú, como se estivesse sugando seu interior. Nessa hora ela não aguentou.
– Ohhhhhhhhhh… ahhhhhhhhh… nossaaaaaa… vou gozarrrrrrr… que gostosooooo… vou gozarrrrrr… – ela falou e agarrou fortemente minha cabeça, esfregado minha boca em sua buceta toda lambuzada.

Ela soltou uns gritos tão altos que puderam ser ouvidos nos outros quartos. Fazia muito tempo que eu não via uma garota gozar com tanta força. Não desgrudei a boca da buceta dela e continuei chupando, até o corpinho dela parar de tremer.

Ela ainda estava me olhando toda descabelada e confusa quando me posicionei no meio de suas pernas. Levantei um pouco suas coxas e enfiei meu pau de uma só vez, sem nem mesmo colocar um preservativo.
– Ohhhhhhhhh… meu deusssssss…!! – foi a única coisa que ela conseguiu falar quando minha pica deslizou rapidamente no interior de sua buceta.

Que delícia! As paredes da xoxota dela estavam bem lubrificadas e me senti no paraíso, enfiando e movimentando meu pau dentro dela, sentindo a buceta dela apertar minha pica e massageá-la em movimentos circulares.

– Professorrrr… que gostosooo… mete nela… mete bem fundo nelaaaaaa…!! – a Giselle falou e se agarrou em mim, com os braços em volta do meu pescoço e suas pernas ao redor de minha cintura. Nos beijamos como loucos, e desta vez ela correspondeu e brincou muito com sua língua na minha boca.

Fiquei metendo nela bem devagar, penetrando bem fundo e compassado, enquanto beijava sua boquinha. De vez em quando eu dava uma estocada mais forte e ela abria a boca e me olhava com os olhos arregalados. Logo aumentei a velocidade, soltando todo o meu peso em cima dela.

– Ohhhhh… não paraaaaa… não paraaaaa… por favorrrr… vou gozar de novooooo… vou goz… – ela nem terminou a frase e se agarrou em mim com todas as suas forças. Dei mais umas três bombadas e parei. Ela rebolou o corpinho debaixo de mim, querendo mais pica.

Senti ela gozar e ejacular no interior de sua xoxota, que ficou muito mais babada e escorregadia. Fiquei movimentando meu pau lentamente dentro dela enquanto sua respiração voltava ao normal.
– Meu deusssss… quero mais não… já tá bom, não tá? – ela falou com um lindo sorriso nos lábios.

– Sim… vou gozar agora… só quero te ver de bruços um pouquinho! – falei e virei o corpo dela. Caralho! De bruços eu pude ver a sua bunda em todo o seu esplendor. Que delícia de nádegas! Beijei os glúteos dela lentamente e dei umas mordidinhas, arrancando risadinhas da Giselle.

Depois abri bem a bunda dela e pude ver seu cuzinho todo lambuzado do gozo que saiu de sua xoxota. Beijei e chupei o cú dela, deixando ele limpinho novamente. Em seguida puxei ela um pouquinho e a coloquei de quatro na beirada da cama.

Beijei suas costas e enfiei meu pau em sua buceta lentamente, com ela de quatro e com a bunda bem empinada. Nessa posição eu consegui ver meu pau entrando e saindo, todo melado e escorregadio. Segurei-a firme pela cintura e iniciei um rápido entra-e-sai.

– Nossaaaaaa… que gostosoooo… me come, professor… me come todinha… come sua aluna… meu deusssss… v-v-v-vou gozar de novooooo… uhhhhhhhh…!! – ela gemeu deliciosamente e vi suas mãos agarrando e puxando os lençóis da cama. A Giselle gozou tão gostoso que caiu para a frente, de bruços novamente, se contorcendo todinha.

Me deitei ao seu lado e a abracei, colocando-a de ladinho e apoiando a cabeça em um de meus braços. Ela estava tão cansada que parecia estar dormindo. Levantei uma de suas pernas e fiquei esfregando a cabeça do meu pau em seu cuzinho, que estava todo melado do gozo de sua xoxota. Vi que o ânus dela estava muito dilatado e aberto. Não tive dúvidas.

Encaixei a cabeça da rola no anelzinho do cú dela e forcei um pouquinho. Guloso, o cuzinho dela cedeu e a cabeça entrou facilmente. Ela não falou nada, e também não esboçou nenhuma reação. Forcei um pouco mais e meu pau foi entrando lentamente, abrindo seu esfíncter e indo bem fundo em suas entranhas.

– Ohhhhhhhhhh… ahhhh… faz bem devagarrrrr… por favor…! – ela falou com a voz bem baixinha e rouca. Movimentei meu quadril e colei o meu corpo nas costas dela. Puxei ela pra mim e a abracei com mais força, fazendo meu pau entrar até o fundo mesmo, deixando meu saco encostando em suas nádegas.

Beijei a nuca da Giselle e fiquei cheirando os cabelos dela, enquanto eu metia lentamente em seu cuzinho, alternando entre enfiadas fundas e outras só na portinha do ânus dela. Ela gemia baixinho e compassado, acompanhando as estocadas em seu rabinho.

Eu já tinha feito sexo anal com outras mulheres antes, mas o cuzinho da Giselle era o mais apertadinho e delicioso, e estava me dando um grande prazer sexual. Eu já estava a ponto de gozar mas queria prolongar um pouco mais. Eu queria aproveitar aquela belezinha de menina todinha ao meu dispor.

– Professorrrr… eu vou gozar de novoooo… você está metendo tão gostoso aí atrás! – ela falou e deu uma risadinha.
– Goza comigo então… juntinhos… me dá esse presente! – falei e ela começou a massagear seu grelo com uma das mãos.

Ficamos gemendo juntos por mais uns dois minutos. Até que não aguentamos mais.
– Ohhhhhhhhhh… deusssssss… que delíciaaaaaa… estou gozandoooo… estou gozandoooo…! – ela falou e seu cuzinho começou a apertar meu pau, dando umas contraídas que me fizerem perder o meu controle.

– Ahhhhhhhhhh… sua deliciosaaaaaaaa…!! – falei e dei mais uma bombada. Foi o bastante pra eu começar a gozar dentro de seu ânus, liberando fortes jatos de porra bem lá no fundo mesmo. Ela rebolou a bunda no meu pau, me causando sensações tão gostosas que me lembro até hoje.

Por vários minutos ficamos os dois ali, deitados naquela cama de motel, quietinhos, esperando nossas respirações voltarem ao normal. Quando isso aconteceu, o cuzinho dela me expulsou, juntamente com a minha porra, que saiu quentinha e ficou escorrendo para o lençol.

Me levantei e fui tomar um banho caprichado e urinar, já que eu tinha comido o cuzinho dela sem preservativo também. Sou um homem muito cuidadoso, mas a Giselle não era uma menina qualquer, e merecia um pouco de confiança. Além disso, eu enfiei na buceta dela sem camisinha e ela nem reclamou.

Saí do banheiro e ela estava dormindo tranquilamente. Fui ao freezer, peguei uma cerveja e fiquei bebendo, admirando aquela moreninha gata deitada alí, completamente pelada, de bruços e com a bunda levemente empinada. Peguei meu celular e tirei uma foto. Eu precisava de uma recordação.

Depois de um tempo ela acordou e, sem me olhar, foi para o banheiro tomar um banho. Depois ela retornou, vestiu sua roupa calmamente e se dirigiu até a porta. Também não falei nada para ela, apenas abri a porta e descemos até a garagem da suíte.

No caminho de volta nenhum dos dois falou muita coisa. Ela apenas me pediu para deixá-la em um endereço e me deu um “boa noite” forçado quando chegamos, sem nem mesmo me olhar. Eu nem me importei, pois eu queria era só sexo mesmo.

Nem preciso dizer que a Giselle conseguiu notas máximas na minha disciplina. Nos dias seguintes a este acontecimento, ela me ignorou completamente e até evitava os lugares nos quais eu poderia estar também.

Depois de alguns meses ela sorriu para mim no elevador e voltamos a conversar. Hoje somos amigos, mas nenhum dos dois se atreve a comentar o que aconteceu. Acho até melhor assim, pois agora estou noivo e me casarei nos próximos meses.

Professor – Estória de sexo

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