Sempre me achei uma pessoa discreta e convencional, até o dia em que resolvi liberar meu lado mais ousado. Isso aconteceu durante uma viagem com uma amiga, onde íamos encontrar nossos namorados.

Eu não aguentava mais de tédio depois de horas na estrada e resolvi fazer alguma coisa para agitar a viagem: provocar os caminhoneiros… Tirei a minha blusa e fiquei de sutiã, aguardando cruzar com a primeira vítima na estrada. Depois de uns 20 minutos, finalmente avistamos um caminhão. Júlia, a minha amiga, pisou fundo no acelerador e nós o alcançamos. Quando fomos ultrapassá-lo, ela começou a andar devagar e ficamos lado a lado com o caminhão. O cara levou um susto e não tirava mais os olhos de mim! Resolvi provocar ainda mais e tirei a calça também. Ele parecia que ia pular para o nosso carro! Entramos na frente dele e aceleramos para perdê-lo de vista.

Não demorou muito e logo avistamos aquele caminhoneiro no retrovisor. Desta vez, ele acelerou, nos ultrapassou e começou a dar sinal para a gente passá-lo de novo. Mais uma vez, ficamos emparelhadas com o caminhoneiro. Ele estava doido e eu adorei ver o tesão com que me olhava! Comecei a me acariciar e tirei o sutiã. Minha amiga, a essa altura, resolveu entrar também na brincadeira. Segurei o volante enquanto ela tirou a camiseta e começou a passar as mãos em meus seios. Nós ríamos e nos acariciávamos, divertidas com o tesão quase descontrolado do motorista!

Para apimentar ainda mais, ela enfiou a mão na minha calcinha e começou a me masturbar. Para surpresa dela, eu estava completamente molhadinha. Abaixei um pouco a calcinha e ela me apalpou nervosamente, enquanto dirigia. Eu me deixei tocar assim: de pernas abertas e olhar fixo no motorista, que acompanhou meu tesão e meu gozo, pedindo urgente para pararmos! Quando ela percebeu que eu estava gozando de verdade, acelerou o carro e terminou de ultrapassar o caminhão, dando seta para o acostamento. O caminhoneiro parou também e saiu do caminhão com seu pau duro e para fora. Então, minha amiga acelerou e sumimos!

Quando estávamos a salvo, percebemos que a brincadeira tinha ido longe demais entre nós, mas havia ficado um gostinho de quero mais. Paramos no próximo posto e estacionamos o carro atrás do restaurante. Ficamos praticamente a sós, então, olhei nos olhos dela e, sem pensar muito, puxei-a para mim, beijando-a ardentemente de língua e fazendo-a gemer de prazer ao penetrá-la com meus dedos. Quando estávamos exaustas, pegamos o rumo da estrada. Mas sempre achávamos um jeito de ficar sozinhas, enquanto os nossos namorados pescavam…”

– Lirian Coelho