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[+18] Contos Eróticos | NÃO QUERO SEXO, QUERO É UMA BOA TREPADA!

Escrito por LoveCenter
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NÃO QUERO SEXO, QUERO É UMA BOA TREPADA!

Foi uma merda de dia. Meu chefe só poderia estar fodido pela vida, para ter que me fazer
trabalhar até às 21h. Eu tinha começado às 7h da manhã, tem noção disso? Estava indo pra
casa, andando com um vento gélido em minha nuca. Cambaleando pelas tantas doses de…
Nem lembro que diabos foi que eu havia tomado. Apesar de toda dose etílica correndo em
meu sangue, me lembro perfeitamente de você. Parecia que seu dia tinha sido igual ou tão
pior quanto o meu.

Eu a vi entrar no bar com a cara não muito das boas. Disposta a beber também. Então a segui
e entrei naquele ambiente. Um lugar um pouco escuro, com as luzes fracas, bom pra beber
todas. Eu não queria mais beber, só queria me aproximar de você, não sabia ainda o porquê,
só sabia que queria. Sentei um pouco distante ao balcão. Fiquei observando, assim como eu,
já estava levemente alterada. Me aproximei e comecei com um daqueles papos fúteis de
balcão: “Dia difícil, né?” Você só me respondeu com um sim. Eu queria mais, agora minha
mente já estava fantasiando coisas que eu queria com você.

Fui insistindo e querendo saber mais em como tinha sido o seu dia. E logo o papo já dava
espaço para risadas. Entre nossos cambaleios a beira do balcão e olhos murchos, pelo efeito
da bebida. E sem que você esperasse e eu também, logo falei: “Quero te comer”. Foi assim:
direto, sem nenhum “me interessei em você” ou um “vamos para um lugar mais reservado
para conversar”. Eu queria te comer e não sexo. Sexo, só é sexo na palavra. Porque entre
quatro paredes é fodida, trepada, foda, comida, tem gozo e tem tudo o que tiver direito para
extravasar o tesão.

Você me olhou, ao ouvir o que eu acabara de dizer com uma cara de: “Como é que é? Acabou
de me conhecer e já diz isso logo de cara”. Mas você não disse isso, olhou para o lado, depois
se voltou pra mim e disse: “É, e por que não né? Já estamos fodidos então vamos terminar o
dia fodendo. E eu não sei se é a bebida, mas eu estou te achando delicioso”. A peguei pelas
mãos e saímos logo dali, por sorte havia uma pousada ali naquele quarteirão. Fizemos o
check-in, peguei logo as chaves do quarto e corremos para o quarto, como se fôssemos duas
pessoas que não fodiam há anos.

Nem bem acabamos de entrar e te pressionei contra a parede. Nos beijávamos loucamente a
ponto de lascar os dentes. Eu começava a tirar sua blusa, botão por botão, o que aumentava
meu tesão. E então você começou a me acariciar, segurou meu pau com tanta destreza e
vontade, que meu corpo gelou. Parei de tentar tirar sua blusa e deixei que continuasse o que
estava fazendo. Num movimento forte você abriu minha camisa, com tamanha brutalidade
que fez com que os botões estourassem e se perdessem pelos cantos do quarto.

Desceu até minha cintura arranhando a pele de meu peito com as unhas e mordendo minha
barriga. Logo você terminou de baixar minha calça e o abocanhou com vontade. Caralho, que
delícia foi sentir sua boca quente me chupando, deslizando ela bem lento até em baixo e o
engolindo todo para sugar bem forte. Você demorou ali, me masturbava e chupava sem
pressa pra terminar. Olhava pra cima como quem queria demonstrar que estava dando o
melhor de si, e estava. Você chupava, lambia e se lambuzava com meu pau em sua boca.

Então eu segurei com uma mão você pelo ombro e com a outra agarrei firme seu cabelo e a
pressionei contra meu corpo. E gozei. Um gostoso jato de meu tesão todinho dentro de sua
boca. Terminando, te soltei e você olhou pra cima, engoliu tudo. Que delícia que foi.

Fiquei te olhando, ainda recuperando da ótima gozada que acabara de ter, você logo me
disse: “Vai me comer ou ficar aí parado?”. Eu estava ali pra te foder e foi o que fiz. Te puxei
pelos cabelos e te beijei de forma intensa, terminei de tirar sua blusa que até então não
havia terminado de tirar. Te livrei também do sutiã e agarrei firme seus seios, caindo de boca
neles. Mordi eles e os deixei roxos para se lembrar de mim. A cama, que até aquele momento
estava intacta, não estaria mais. Te joguei nela de quatro e baixei sua calça até perto dos
joelhos, deixei apenas com a calcinha ainda.

Sua calcinha estava toda ensopada já, coloquei meu pau entre sua perna, roçando ele na
calcinha toda molhada. Enquanto isso, eu acariciava sua bunda e dava tapas bem doídos,
assistindo você contraindo o corpo e gemendo de tesão. Você já louca e começando a
rebolar pediu: “Vai me fode, me deixa acabada aqui na cama”. E como todo bom pedido, ele
foi muito bem realizado. Coloquei sua calcinha de lado e entrei com força num movimento
só. E a cada investida minha era um gemido delicioso que você dava. Meu corpo se chocava
contra o seu com força. Eu segurava seu cabelo firme e arranhava suas costas e dava tapas
bem dados, sentindo sua pele bem quente em minha mão. Acho que àquela altura nossa
embriaguez já acabava. Eu te fodia ferozmente, te arranhava e pedia que gemesse alto pra
mim. E que se fodam os hóspedes do quarto ao lado, que ouçam como estamos fodendo
gostoso. Tão logo você gozou, se contraiu e caiu deitada na cama. Não dei tempo para
descanso, logo terminei de tirar a sua calça e lhe arrancar a calcinha. Tava louco pra sentir o
gosto daquela boceta encharcada. E caí de boca.

Te chupei como nunca foi chupada, nada de lambidelas, foi com gosto. Movimentava minha
língua fazendo com que você se contorcesse na cama. A segurava pelas pernas para que não
fugisse de mim. Seu gosto escorria em minha língua, gozou bem gostoso e suspirava olhando
para o teto.“Caralho, você chupa bem demais”.

Ficamos bem suados e fomos para o chuveiro, mas ainda sedentos por mais daquela trepada
gostosa. Você começou a se lavar, passava a mão pelo corpo e me olhava. Não me contive,
tratei de lhe agarrar por trás, fazendo com que se apoiasse na parede. E te fodi embaixo do
chuveiro. Eu segurava em seus seios enquanto eu metia com vontade. Com vontade de lhe
fazer gozar mais ainda comigo. Entrava em você cada vez mais rápido, até que apoiou o rosto
na parede, gemendo e pedindo pra não parar. Pediu que eu me sentasse ali mesmo, no chão
molhado, que se sentaria em mim.

Me sentei e você foi rápida se encaixando de costas pra mim. Com uma mão, eu te
acariciava, enquanto cavalgava, movimentava meus dedos rápidos. E ao mesmo tempo
apertava seu peito com a outra mão. Você usava os braços para se apoiar em minhas pernas,
enquanto subia e descia, sentindo eu entrar em você. Com a boca eu lambia sua nuca e
roçava meu rosto em suas costas, lhe provocava arrepios. Falei sacanagens em seu ouvido, o
que te deixava ainda mais animada e cada vez mais perto de gozar. Quando estava prestes a
isso, deixei que relaxasse o corpo sobre o meu e me deliciei em ver você gozando e tentando
recuperar a respiração, gozou forte.

Nos secamos e fomos para o quarto, cansados pela bebedeira e pela foda, dormimos com os
corpos jogados a cama. O que não quis dizer que acabaria por aí. Amanhecendo acordei com
você me acariciando, mas me acariciando lá embaixo, deslizava a mão de cima a baixo me
deixando duro instantaneamente. Não foi preciso uma palavra. Avancei pra cima de você,
segurando suas pernas pra cima na posição de frango assado, estava molhadinha e gostosa
pra mim. Eu te comia e fazia a cama balançar junto com nossos movimentos. Você agarrou o
lençol com as duas mãos e mordia a boca, só aproveitando o momento. Anunciei depois de
um tempo que iria gozar, mas você me interrompeu: “Ainda não, vamos terminar de uma
forma mais gostosa, um 69”. Me deitei e então você se colocou sobre mim. Passei meus
braços entre suas pernas, enquanto você se ajeitou e começou a me chupar. Eram duas
bocas sedentas por gozo. Um queria chupar mais que o outro, mas o melhor foi que gozamos
juntos. Mas você não parava de me chupar, continuou até ter certeza de não restar uma gota
sequer e eu te sequei com minha boca, chupei até você gozar mais uma vez.

Fomos para o banho, nos secamos e nos vestimos. A noite foi de uma bela foda. Nos
despedimos e rumamos cada um por seu caminho sem saber se nos encontraríamos
novamente, apenas torcendo para o dia terminar com mais uma bela fodida.

Fonte: Superela

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